domingo, 26 de maio de 2013

camisinha feminina





A camisinha feminina, apesar de não ser tanto popular quanto a masculina, também é um método contraceptivo de barreira, prevenindo assim a contaminação pelo vírus da AIDS e outros micro-organismos causadores de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).


 Lançada no Brasil em dezembro 1997, um dos motivos pela sua aceitação no mercado não ter sido tão boa se refere ao preço, bem mais elevado que o da outra. Além disso, vergonha em adquiri-la, dificuldade no manuseio, e a própria estética também são fatores que contribuíram para tal.

Feita de borracha nitrílica ou poliuretano, é mais resistente, menos espessa, inodora e hipoalergênica. Tem também como vantagem o fato de poder ser utilizada durante a menstruação; cobrir uma área maior, protegendo ainda mais a mulher; e a possibilidade de ser introduzida até oito horas antes da relação sexual. Levando em consideração o argumento de que colocar a camisinha masculina “corta o clima”, esta é uma grande vantagem que a feminina possui.

De tamanho maior que o da camisinha masculina (15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro), tem formato cilíndrico, com anéis flexíveis nas extremidades. Uma destas, fechada, será introduzida próximo ao colo do útero; e a outra, ficará disposta fora da vagina. Bastante lubrificada, não fornece desconforto - desde que seja manuseada corretamente.

Após a ejaculação, deve ser retirada. É indicado que se dê uma leve torcida no material, para evitar o vazamento do esperma; embrulhe e deposite no lixo.

camisinha masculina

Como funciona?

A camisinha masculina impede o contato do órgão genital masculino com a órgão genital feminino, nas relações sexuais genitais, impedindo assim que os espermatozóides entrem em contato com a órgão genital feminino e ocorra uma gravidez. Ela também impede a troca de secreções nas relações sexuais, genital (órgão genital masculino vagina) e oral (Pênis boca) e retal (órgão genital masculino vagina), prevenindo também as DST/HIV-Aids.

Quais as chances de que a camisinha masculina falhe?

A taxa de falha varia de 3 a 14%, ou seja, de cada 100 (cem) mulheres, que mantem relações sexuais com seus parceiros usando acamisinha masculina durante o período de 1 (um) ano, de 3 (três) a 14 (quatorze) podem engravidar.

A camisinha pode fazer mal a saúde?

Algumas pessoas podem ser alérgicas ao látex ou ao lubrificante, podendo causar coceira e/ou vermelhidão.

Quais os efeitos não anticonceptivos?

Ela oferece dupla proteção, prevenindo tanto as DST como uma gravidez não planejada.
Diminui a incidência de: complicações causadas pelas DST, como infecção no aparelho sexual, dor na parte baixa da barriga, possivelmente câncer de colo uterino e infertilidade nos homens e mulheres. Permitem que o homem assuma a responsabilidade de prevenir uma gravidez e doenças.
IMPORTANTÍSSIMO

Não existem condições médicas que restrinjam o uso da camisinha. Entretanto, é fundamental conhecer a forma correta de usá-la, para isso é importante procurar orientação em um serviço de saúde! ! !

espermicidas

Os espermicidas são substâncias químicas utilizadas como método contraceptivo, evitando inoportuna gravidez. Atuam de forma destrutiva aos espermatozoides, inativando a funcionalidade desses gametas ou matando-os, impedindo que fecundem o óvulo.
Sua administração é de uso tópico, utilizado na forma de cremes, espumas ou geleia, aplicado por meio de um aparato apropriado na superfície interna do canal vaginal, em momento anterior ao ato sexual (minutos antes da penetração).
Trata-se de um método pouco divulgado, e não muito recomendado, devido a sua eficiência variável, sendo normalmente um método falho, representando média anual igual a 30% de casos ineficazes, ou seja, onde o emprego deste anticonceptivo coincide com o período fértil feminino, resultando em gravidez.
Portanto, devendo ser adotado outro artifício junto à aplicação de espermaticidas, por exemplo, a utilização de um dos seguintes dispositivos: DIU (dispositivo intra-uterino), camisinha (masculina ou feminina) ou diafragma vaginal. Alguns desses já são lubrificados por espermicida.
Contudo, esse produto confere duas vantagens e duas desvantagens:
- É antisséptico, diminuindo os riscos de infecções causadas por doenças sexualmente transmissíveis;
- E não provoca efeitos colaterais (não interferindo no ciclo menstrual), se comparado às distintas formulações hormonais;
- Mas pode causar rejeição por processo alérgico;
- E possui curto tempo de ação, necessitando de reaplicações em relações sexuais prolongadas ou repetitivas.

imagens diafragma, espermicidas, camisinhas ( femininas e masculinas)

Contraception diaphragme.jpg   


diafragma

O diafragma é um pequeno anel flexível recoberto por uma película de borracha ou silicone que é colocado pela mulher dentro da vagina até cinco horas antes da relação sexual.
Local do Diafragma
Fica no colo do utero
Função do Diafragma 
O papel do diafragma obstruir completamente o colo(entrada) do útero, impedindo que os espermatozóides atinjam o órgão e conseqüentemente fertilizem o óvulo. Ao contrário do preservativo, que só pode ser utilizado uma vez, o diafragma pode ser reutilizado diversas vezes. Após ocorrer a relação e o homem ejacular, a mulher deve esperar de 6 a 24 horas para retirar o diafragma, que deve ser lavado com sabão neutro, secado e guardado em recipiente próprio. Se forem seguidas as recomendações de uso regularmente, um diafragma pode durar no máximo 3 anos. Inicialmente o tamanho do diafragma deve ser medido por uma régua. Para ser eficiente ele tem de ser usado junto com um creme espermicida.
Precauções
Antes de escolher o diafragma, é preciso que a mulher consulte o ginecologista para que ele determine o tamanho adequado. Não pode ser usado por mulheres virgens ou que tenham problema no colo do útero. Também não deve ser usado por mulheres sensíveis ao látex. O ideal é que ele seja usado com um espermicida, creme a ser aplicado de 15 a 20 minutos antes da relação.
Desvantagens 
·         A eficácia do diafragma não é muito alta, podendo ter um índice de falha de mais de 10%;
·         Riscos de:
·         odor fétido;
·         corrimento vaginal;
·         aumento do risco para infecção do trato urinário.
·         não prevenção de doenças TVT/AIDS.
 


video celulas

celula

As Células Constituem os Seres Vivos

Os seres vivos diferem da matéria bruta porque são constituídos de células. Os vírus são seres que não possuem células, mas são capazes de se reproduzir e sofrer alterações no seu material genético. Esse é um dos motivos pelos quais ainda se discute se eles são ou não seres vivos.
A célula é a menor parte dos seres vivos com forma e função definidas. Por essa razão, afirmamos que a célula é a unidade estrutural dos seres vivos. A célula - isolada ou junto com outras células - forma todo o ser vivo ou parte dele. Além disso, ela tem todo o "material" necessário para realizar as funções de um ser vivo, como nutrição, produção de energia e reprodução.
Cada célula do nosso corpo tem uma função específica. Mas todas desempenham uma atividade "comunitária", trabalhando de maneira integrada com as demais células do corpo. É como se o nosso organismo fosse uma imensa sociedade de células, que cooperam umas com as outras, dividindo o trabalho entre si. Juntas, elas garantem a execução das inúmeras tarefas responsáveis pela manutenção da vida.
As células que formam o organismo da maioria dos seres vivos apresentam uma membrana envolvendo o seu núcleo, por isso, são chamadas de células eucariotas. A célula eucariota é constituída de membrana celular, citoplasma e núcleo.


Nestas figuras você pode comparar uma célula humana (animal) com uma célula vegetal. A célula vegetal possui parede celular e pode conter cloroplastos, duas estruturas que a célula animal não tem. Por outro lado, a célula vegetal não possui centríolos e geralmente não possui lisossomos, duas estruturas existentes em uma célula animal.


A membrana plasmática
A membrana plasmática é uma película muito fina, delicada e elástica, que envolve o conteúdo da célula. Mais do que um simples envoltório, essa membrana tem participação marcante na vida celular, regulando a passagem e a troca de substancias entre a célula e o meio em que ela se encontra.
 
Muitas substâncias entram e saem das células de forma passiva. Isso significa que tais substâncias se deslocam livremente, sem que a célula precise gastar energia. É o caso do gás oxigênio e do gás carbônico, por exemplo.
Outras substâncias entram e saem das células de forma ativa. Nesse caso, a célula gasta energia para promover o transporte delas através da membrana plasmática. Nesse transporte há participação de substâncias especiais, chamadas enzimas transportadoras. Nossas células nervosas, por exemplo, absorvem íons de potássio e eliminam íons de sódio por transporte ativo.
Observe a membrana plasmática. Ela é formada por duas camadas de lipídios e por proteínas de formas diferentes entre as duas camadas de lipídios.
Dizemos, assim, que a membrana plasmática tem permeabilidade seletiva, isto é, capacidade de selecionar as substâncias que entram ou saem de acordo com as necessidades da célula.

O citoplasma
O citoplasma é, geralmente, a maior opção da célula. Compreende o material presente na região entre a membrana plasmática e o núcleo.
Ele é constituído por um material semifluido, gelatinoso chamado hialoplasma. No hialoplasma ficam imersas as organelas celulares, estruturas que desempenham funções vitais diversas, como digestão, respiração, excreção e circulação. A substância mais abundante no hialoplasma é a água.
Vamos, então, estudar algumas das mais importantes organelas encontradas em nossas células: mitocôndrias, ribossomos, retículo endoplasmático, complexo de Golgi, lisossomos e centríolos.
As mitocôndrias e a produção de energia. As mitocôndrias são organelas membranosas (envolvidas por membrana) e que têm a forma de bastão. Elas são responsáveis pela respiração celular, fenômeno que permite à célula obter a energia química contida nos alimentos absorvidos. A energia assim obtida poderá então ser empregada no desempenho de atividades celulares diversas.
 
Um dos "combustíveis" mais comuns que as células utilizam na respiração celular é o açucar glicose. Após a "queima" da glicose, com participação do gás oxigênio, a célula obtêm energia e produz resíduos, representados pelo gás carbônico e pela água. O gás carbônico passa para o sangue e é eliminado para o meio externo.
A equação abaixo resume o processo da respiração celular:
glicose + gás oxigênio ---> gás carbônico + água  + energia


Organelas Celulares

Os ribossomos e a produção de proteínas
As células produzem diversas substâncias necessárias ao organismo. Entre essas substâncias destacam-se as proteínas. Os ribossomos são organelas não membranosas, responsáveis pela produção (síntese) de proteínas nas células. Eles tanto aparecem isolados no citoplasma, como aderidos ao retículo endoplasmático.

O retículo endoplasmático e a distribuição de substâncias
Essa organela é constituída por um sistema de canais e bolsas achatadas. Apresenta várias funções, dentre as quais facilitar o transporte e a distribuição de substâncias no interior da célula.


As membranas do retículo endoplasmático podem ou não conter ribossomos aderidos em sua superfície externa. A presença dos ribossomos confere à membrana do retículo endoplasmático uma aparência granulosa; na ausência dos ribossomos, a membrana exibe um aspecto liso ou não-granulosos.